Primeiras impressões da temporada (janeiro de 2023):
Novos:
1. Vinland Saga Season 2 – Estava bem exitoso em começar essa segunda temporada por conta de tantas pessoas falando que o próximo arco a ser adaptado seria terrível, mas o fato é que é preciso ver esse arco para chegar nos outros melhores. Inesperadamente comecei a ver uma enxurrada de pessoas falando maravilhosamente bem do primeiro episódio e para a minha alegria foi uma excelente estreia. O protagonista praticamente não aparece nesse primeiro episódio, justamente sobre quem as críticas são mais duras desse arco, mas pelo menos surgiu uma esperança que mantenham a mesma qualidade da estreia.
2. The Misfit of Demon King Academy Ⅱ – A primeira temporada tinha sido bem mais ou menos. De bom, tinha lindas waifus, um protagonista overpower, e algumas inversões de trama que se não provocavam tanta supressa, pelo menos enriquecia a narrativa com críticas. Dito isso, o enredo já tinha se esgotado no final da primeira temporada e não sei exatamente porque tinha colocado essa segunda temporada nos meus planos para assistir, talvez tenha sido pelas as waifus. Enfim, esse início foi maçante, cheio de coisas sem pé nem cabeça, com menos valor crítico e sem o foco na única coisa que poderia ser interessante que seria o romance.
3. Tokyo Revengers: Seiya Kessen-hen – A primeira temporada não foi terrível, longe disso, mas não foi tão marcante e demorou muito tempo para chegar essa segunda temporada. Sinto que seria preciso reassistir a primeira, porém quando penso que são 24 episódios me desestimula bastante. Esse início da segunda contornou o clímax final da primeira e não apresentou nada de impactante que seria preciso para vender uma temporada no seu primeiro episódio. Espero que enfoquem na Hinata Tachibana, posto que os pontos altos na primeira foram nos arcos mais focados nela. Segundo o IgOy essa segunda temporada deve adaptar a melhor parte da obra, no entanto, não sei se é isso mesmo. O que sei é o que li há tempos de alguns capítulos do mangá bem adiantados, muito mais à frente do que deve ser adaptado nessa temporada atual e tenho péssimas recordações da minha experiência com o rumo que a obra tomou.
4. NieR:Automata Ver1.1a - Que lixo! Que lixo! Que lixo de início. Não esperava muita coisa além de uma boa ação com uma esplêndida animação, mas entregaram o exato oposto, uma ação broxante com uma animação 3D trash que é pior do que a de muitos jogos antigos. Definitivamente recebeu a maldição de adaptação de jogos com todos os direitos possíveis. Era a maior expectativa para essa temporada e ainda tem muitos que vendem o anime acreditando no potencial da história de um jogo que tem uma gameplay pequena. Não faltam motivos para se duvidar do enredo, principalmente quando se ver coisas ridículas como aquelas armas e um sasageyo. Para completar tem um romance entre androides, que é uma coisa nenhum pouco afrodisíaca e eles têm designer “estilosos” de cegos (que coisa idiota).
5. Tomo-chan wa Onnanoko! – Não iria pegar esse, porém pequei por conta que meu amigo Rodrigo falou bem dele. Apesar de bastante simples e da proposta até certo ponto comum em animes, tem sido uma das melhores coisas da temporada. Não é só por apostar no que é seguro, é por fazer sem desleixo, com dedicação. É algo que não precisou ser uma superprodução para passar emoção e cumprir bem o papel de entreter. Tem bons personagens, boa trama e ótima direção.
6. The Angel Next Door Spoils Me Rotten – Se tem um anime que estou apostando muito depois dessa estreia é esse. A trama não desenvolveu muito no primeiro episódio, se é que vai ter uma grande trama, mas que esplendido trabalho de personagens. Os personagens são carismáticos, são adoráveis, são genuinamente gente boa e empolga muito ver esse anime por eles. No mais, a produção até que está bem feita para a proposta. Portanto, tem muito potencial e ficarei bastante frustrado se não corresponder nos próximos episódios.
7. Ningen Fushin no Boukensha-tachi ga Sekai wo Sukuu you desu – Até que na premissa tem alguma coisa que possa parecer interessante, mas a obra de fato é mais um anime qualquer coisa entre muitos que tem por aí. Não vou dizer que é ruim, porém com tantos assim e sem nenhum atrativo a mais que se destaque fica difícil não dizer que é melhor não assistir.
8. Trigun Stampede – Que decepção! Apesar do hype nostálgico que deram os trailers, não esperava muito, até achei que poderia ser ruinzinho, contudo foi muito pior do que eu poderia imaginar. Tenho raiva até de falar sobre esse anime, tal foi a enorme decepção. Quem não assistiu à versão clássica por favor não destrua a possibilidade de ter uma das melhores experiências da sua vida pegando spoilers com esse reboot, e para quem viu a versão clássica não perca seu tempo. Sobre a produção: a animação é um 3D tranqueira, com designs de personagens mal feitos, ideologizados, progressistas e furrecos. Sobre os personagens: tiraram pelo menos um icônico e mudaram muitas das características dos demais que funcionavam no clássico excepcionalmente bem. Sobre a trama: Entregaram todos os mistérios no primeiro episódio, que só entregavam no outro depois da metade da obra, sendo essa a pior decisão possível tomada. Posto que estragam perturbadoramente os motivos para querer descobrir o que estava acontecendo, todo o suspense cativante, surpreendente, com sua áurea mágica foi destruído, simplesmente mataram a alma do anime e sem nem ao menos oferecerem a mesma profundidade dessas revelações que tem no primeiro. Mensagem: O clássico é de uma geração que o conteúdo da obra era realmente importante e em todos, ou praticamente todos, os episódios tinham pelo menos uma mensagem moral ou filosófica, coisa que faltou nessa estreia.
Que coisa ridícula aquela cena do Vash chorando literalmente, desesperadamente, por conta da falta de uma bala, aquele emo não era ele, o Vash do clássico era o cara que contava até as balas dos inimigos. Faltou entenderem a essência e a força do Vash que não é um idiota, chorão, estridente, apesar de muitas vezes se fazer parecer assim. O fato é que por conta dos seus ideais o Vash premeditadamente se forçava a se colocar nas situações mais difíceis e desesperadoras, calculadamente. Outra, as vezes para esconder que estava na verdade sendo extremamente calculista, inteligente, se fazia passar por louco, fazendo os seus adversários de bobos. Além do que colocar um vilão maluco por ser maluco só para tentar fazer uma “boa” cena de ação cômica foi algo muito incoerente e tirou parte do que fazia o Vash único. Tendo em vista que no primeiro anime a dinâmica funcionava com os vilões sendo sérios e apenas o Vash se passando por louco, com coisas excêntricas as quais foram posteriormente justificadas (coerência).
9. Inu ni Nattara Suki na Hito ni Hirowareta. – Não iria pegar para assistir, mas ficaram falando tanto e tão odiosamente da obra dizendo ter ecchi, que tinha muito ecchi, que era extremamente pesado o ecchi, que iria ter uma versão sem censura e outras coisas do tipo, que tive que pegar para ter as minhas próprias opiniões. De antemão preciso dizer que odeio de todo coração essa moda de ecchi com antropomorfismo, com mulheres meio animais, meio humanas, isso é zoofilia, isso é doença. Voltando para o anime, tem um cachorro que é um humano reencarnado, ou foi transformado em cão, com algumas lindas garotas explodindo hormonalmente. No primeiro episódio ainda teve alguns ângulos, algumas cenas de nudez, o cachorro sendo tratado com muita fofura (se eu não soubesse previamente que havia algo a mais nisso até que seria legal), já no segundo foi bem mais comedido, e até agora nada tão absurdo no anime.
Fui para o mangá para ver o que me esperava, que estavam falando tão mal dessa obra e depois de alguns capítulos lidos, com muita nudez, com garotas lambendo o rabo do cachorro, com focinhos em calcinhas, com alguns beijos na boca do cachorro, com o cachorro mordendo ou lambendo seios e coisas do tipo, ainda não tinham chegado lá. Se bem que estava se encaminhando para o protagonista voltar a ser um humano, pelo menos temporariamente, mostrando que as coisas pervertidas mudariam um pouco e aumentariam de intensidade. Apesar de tudo isso, por incrível que pareça tem uma trama.
10. Benriya Saitou-san, Isekai ni Iku - Não sei se vai se manter nos próximos episódios, até porque nem todo o primeiro episódio foi assim, mas a primeira metade deste episódio me matou de rir, talvez até mais do que konosuba já tenha feito. Fazia tempo que não ria tão intensamente com um anime e em especial isso foi por conta do personagem Morlock. Também estou gostando do enredo, pois terminou o primeiro episódio com um bom gancho, logo prometendo uma trama que seja pelo menos interessante e com uma animação razoavelmente boa.
11. Kaiko sareta Ankoku Heishi (30-dai) no Slow na Second Life - Não que foram terríveis, mas tiveram algumas coisas bem típicas de animes genéricos de temporada que me deixam com o pé bem atrás em recomendar essa obra. Todavia, se não recomendo, também não desaconselho, porque gostei de alguns personagens e de algumas partes do enredo. Esse é para quem não tem nada para assistir e quiser arriscar.
12. Mononogatari – Disseram-me que o Ig0y tinha feito uma propaganda estrondosa desse anime, vendido como se fosse a última bolacha do pacote, como uma perfeita obra-prima, mais valiosa do que a Monalisa, e somente por isso que peguei esse anime para verificar se de fato é tudo o que foi dito. Bem, como posso dizer, não é bom, acho que podia até acabar essa "resenha" por aqui. Pois se de fato o Ig0y fez essa propaganda que me disseram, a única explicação que consigo encontrar é uma identificação pessoal. O anime não consegue vender que aquelas coisas, atitudes, pensamentos e falas pareçam ser verdadeiras dentro do seu universo. Também falta aos personagens parecerem humanos, a direção deveria se perguntar se pessoas reais fariam aquilo. Teve uma lutinha fraquinha no primeiro episódio, mais com contexto bem forçado, irreal e ao estilo mais clássicos dos shounens, coisa que deve se repetir. A motivação do protagonista é uma vingança e a problemática é por ele canalizar a vingança de forma generalizada para todos os que tenham as mesmas características de quem ele quer se vingar. É muito genérico, tem uma problemática simples, com uma motivação simples e tudo já revelado de início. Eu vi o score do anime, já era um sinal bem negativo, não devia ter pegado, acho improvável que melhore absurdamente e a minha única dúvida é como diabos isso é classificado como Seinen.
13. Majutsushi Orphen Hagure Tabi: Urbanrama-hen – Não consegui encontrar um site que tenha essa terceira temporada para que eu possa assistir, quem souber me ajude.
Continuações:
14. Kage no Jitsuryokusha ni Naritakute! – Eu acredito que deva ter um público que genuinamente aprecie muito essa obra. Afinal é um anime de ação com um protagonista adolescente super overpower e galanteador, dispondo de um exército de waifus lindas, fortes e inteligentes ao seu serviço. Dito as coisas boas, é absurdamente clichê, mas não é só por ser clichê, é por ser clichê das coisas mais estupidas e ridículas desse tipo de anime, além do que sua história é muito mal escrita.
15. Fumetsu no Anata e 2nd Season – Dispenso comentários, já entrou no meu top dez de todos os tempos.
Eae, depois me fala mais sobre o shikamaru nos favoritos, acho ele top também. Naruto tem certos personagens bem interessantes que acabam sendo pouco comentados por conta do rumo e a fama negativa que naruto levou
Eu na real entendo,eu sou bem limitado pra dar 10 até e até eles tem problemas, acho que a única obra que eu dei 10 e eu chamaria de praticamente perfeita é Umineko 8, onde meu único problema com ela não vejo como um defeito, e sim algo pessoal que não me agradou
O anime de Mob merece todo o reconhecimento que tem. Olha que eu nem achava a season 2 tão boa assim não, mas os episódios 5 e 7 simplesmente quebraram a minha cara.
pretende ver o anime ou ler o manga de houseki? desculpa a pergunta do nada mas fiquei curioso kk (o falando isso pq acho que vc gostaria da obra, mas só minha opinião baseado no que vi da sua lista :) e veja casshern sins tbm
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